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Big Data em vendas: como usar dados de maneira eficaz na distribuidora?

Com 82,7% das residências brasileiras com acesso à Internet, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), milhões de dados são gerados a todo momento — cada clique, cada item inserido no carrinho e cada compra finalizada. Por meio deles, torna-se possível analisar inúmeras peculiaridades dos usuários.

Como talvez você já tenha ouvido falar por aí, por mais curioso que soe, os dados são o “novo petróleo” — e, de fato, essa concepção não é diferente quando se trata de distribuidoras e de atacadistas. A utilização dessas informações tem alterado as regras do jogo nos mais diversos segmentos, e torna possível a aplicação do Big Data em vendas.

O que exatamente seria isso e quais são as vantagens dessa aplicação? É disso que trataremos neste conteúdo, aproveitando para listar algumas boas práticas no uso de dados nas distribuidoras e atacadistas, a fim de gerar valiosos insumos para esses estabelecimentos e diversas oportunidades de melhorias. Continue a leitura e confira!

O que se pode entender como Big Data e quais são os tipos de dados que podem fazer parte dele?

Antes de abordar o uso do Big Data em vendas, é preciso, inicialmente, tratar do seu conceito. Então, de maneira simples, é possível dizer que é, basicamente, um conglomerado de informações provenientes de inúmeras fontes que podem ser agrupadas, processadas e, posteriormente, interpretadas.

Nas distribuidoras e atacadistas — e, na verdade, no universo corporativo, de forma geral —, esses dados podem ter origem nas interações estabelecidas com o público, no mercado externo e, até mesmo, em processos internos. Desse modo, é possível afirmar que são dois os tipos de dados que podem compor o Big Data:

  • dados externos e dados internos: os externos são aquelas informações obtidas, por exemplo, por meio de pesquisas e por fontes diversas de mercado, e os internos, por sua vez, são provenientes tanto dos processos organizacionais quanto das relações mantidas com os clientes;
  • dados não estruturados e dados estruturados: os dados não estruturados são aqueles que não podem ser automaticamente interpretados pela tecnologia de maneira facilitada, enquanto os estruturados, podem ser organizados da mesma maneira, tendo entre si algo em comum — por exemplo, uma classificação.

Como os dados colaboram para a aplicação do Big Data em vendas?

Um ponto interessante que se pode (e deve) destacar é que uma parcela expressiva dos sistemas de Big Data e análise de dados são voltados para os departamentos que têm relação com o público-alvo, com a publicidade e com as vendas. Inclusive, uma boa parte das informações que são coletadas, armazenadas e processadas está diretamente ligada às vendas e às informações relativas aos clientes.

No entanto, de que forma o Big Data — e o seu volume de dados — impacta diretamente as vendas nas distribuidoras e nas atacadistas? Acontece que a fidelização é, inegavelmente, um dos elementos mais importantes, em se tratando das práticas de vendas, e a transformação de um eventual consumidor em um cliente fidelizado pode residir exatamente na análise de dados.

Isso porque o Big Data auxilia na identificação dos perfis de público mais fiéis e, de certo modo, “desenha” os seus respectivos padrões comportamentais. Isso permite que o público-alvo de distribuidoras e atacadistas passe a ter experiências muito mais personalizadas, com mais valor agregado a cada interação.

As vantagens do uso de Big Data em vendas

Os benefícios da aplicação do Big Data em vendas são inúmeros, entretanto, em se tratando desse segmento de mercado, é possível destacar alguns dos principais. Confira, a seguir:

  • tomadas de decisão mais precisas e acertadas: considerada uma vantagem imediata, a possibilidade de transformar uma massa de informações em insights úteis permite uma tomada de decisões mais consciente, mais certeira e, inclusive, mais ágil;
  • definição de personas mais próximas da realidade: as estratégias de negócios são comumente traçadas a partir das personas e, a partir dos dados coletados e interpretados, passa a ser viável defini-las de maneira ainda mais precisa e próxima da realidade, o que gera impactos expressivamente positivos no momento de, por exemplo, ampliar o mix de produtos a serem oferecidos;
  • campanhas de marketing mais eficientes: ao dispor das informações a respeito do público-alvo (por exemplo, as suas preferências), torna-se viável elaborar conceitos de campanhas publicitárias de muito maior eficácia, o que, consequentemente, elevará as suas chances de sucesso exponencialmente.

Como usar dados de maneira eficaz em distribuidoras e atacadistas?

Como dito, o Big Data pode ser compreendido como um conjunto expressivo de informações que podem ser processadas e, em seguida, interpretadas das mais distintas maneiras. Nesse sentido, em se tratando do segmento de vendas, todos esses dados podem ser empregados de modo a proporcionar insights incríveis e que gerarão um planejamento estratégico extremamente preciso.

A seguir, confira algumas das boas práticas que passam a ser viáveis com a utilização desse tipo de tecnologia.

Saiba onde os seus clientes estão

Ao ter conhecimento de onde estão os seus clientes, passa a ser possível direcionar as suas estratégias para os meios nos quais eles costumam marcar presença. Isso ajuda a evitar a consideração das métricas de vaidade, o que faz com que você perceba em quais indicadores os seus recursos devem ser aplicados. Naturalmente, são aqueles mais concretos e que efetivamente gerarão resultados em vendas.

Identifique tendências

O uso de dados permite que você consiga identificar as tendências mercadológicas a partir do comportamento das pessoas. Com isso, torna-se mais fácil prever quais produtos serão ou não interessantes e que tipo de mercadoria poderia passar a fazer parte do mix de itens ofertados.

Reconheça oportunidades

Por fim, também é viável, com o uso do Big Data em vendas, colocar em prática determinadas táticas, como o cross-selling, a partir de uma relação contínua estabelecida com os clientes. Dessa forma, se determinada parcela do seu público tem por hábito adquirir itens com a sua distribuidora, mas opta por comprar mercadorias complementares de concorrentes, esse cenário pode ser modificado. Consequentemente, isso elevará o seu faturamento.

Como você pôde ver, a aplicação do Big Data em vendas pode ser muito útil para promover melhorias nos seus resultados, tornando as suas ações mais eficientes e elevando o seu ROI. Para tanto, apenas lembre-se de que é essencial interpretar os dados coletados por meio de ferramentas de automação que sejam capazes de fazer a correta mensuração das informações.

E então? Este conteúdo foi útil? Aproveite para compartilhá-lo nas suas redes sociais e ajude-nos a disseminar o quão benéfica pode ser a aplicação de um sistema de Big Data para as vendas em distribuidoras e atacadistas!

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